Vidas Diferentes | Capítulo 18 - Where is my mom?

quinta-feira, agosto 21, 2014 | | |


~Louis Pov~

~No dia seguinte~

 Acordei bem cedo, me sentei na cama, atento a algum barulho. Silêncio. Então, as meninas já foram para a escola e o meu pai ido trabalhar. Fiz minhas higienes matinais, meu celular vibrou com uma mensagem de Seunome.

"Bom dia, meu amor. Vou passar a manhã no Palace, se você quiser dar uma passada lá, não vou recusar haha' Beijos".

 Sorri, reposdi e desci. Minha mãe estava na cozinha.

Eu: Hoje o café foi reforçado - disse olhando para a mesa com os pratos sujos. Minha mãe sorriu e voltou a fritar o ovo.
Jay: Sim. Hoje decidi fazer o tradicional café da manhã de Londres - colocou o ovo em um prato e pegou outro.

O tradicional café da manhã de Londres (ou Full English Breakfast) contém 2 linguiças, 1 ovo frito, 1 tomate frito ou grelhado, cogumelos salteados, feijão assado com molho de tomate, 2 fatias de bacon, pão torrado ou frito e um chá preto com leite ou café puro. É servido normalmente em restaurantes, bares, etc. Mas quando minha mãe está com pique ela faz, mas não é sempre.

Eu: Não tomou café com eles? - perguntei, recolhi os pratos da mesa e coloquei na pia.
Jay: Não. Decidi te esperar - sorriu e eu retribui. Ela colocou os dois pratos na mesa, peguei a garrafa de chá, nos servi e depois coloquei um pouquinho de leite.
Eu: Está ótimo - comecei a comer.
Jay: Obrigada, Boo. Ah. Sua tia me ligou e os dois meninos delas iram passar uns três dias aqui.
Eu: Por quê?
Jay: A avó deles por parte de pai morreu, o enterro foi ontem e minha irmã quer que os meninos fiquem em outro lugar para se distraírem.
Eu: Entendi. Mas acho que para o Julian pode até dar certo, mas o Jack já tem 16 anos, ele pode sentir mais o peso da perda.
Jay: Sim, e é por isso que quero que você o ajude com isso. E os dois podem ficar com o seu quarto, enquanto estão aqui? - eu assenti. - Obrigada, filho - me deu um beijo na bochecha.

 Assim que terminamos, ajudei minha mãe a limpar a cozinha. Peguei uma blusa e sai. Queria andar, e mais tarde passaria para ver a minha pequena na padaria.

[...]

Zayn: No sábado é um bom dia para se jogar futebol - ele me acompanhou até a porta.
Eu: Tudo bem. Nós falamos com os meninos e marcamos um jogo.
Zayn: Com certeza - nós fizemos um toque. - Até mais, bro.
Eu: Tchau - acenei, começando a andar e ele fechou a porta.

 Coloquei as mãos nos bolsos da blusa. Havia passado na casa de Zayn, nós conversamos, jogamos, como nos velhos tempos, e combinamos de chamar os meninos para uma pelada. Comecei a caminhar pelas ruas, a casa do Malik ficava do outro lado do bairro.

 Estava indo até o ponto de ônibus, para ir para o centro, e me deparei com um garotinho sentado no meio fio da calçada, ele estava encolhido com a cabeça encostada nos joelhos e as mãos envolta. Olhei ao redor e não havia ninguém.

Eu: Oi - me aproximei. Ele levantou a cabeça devagar, seu rosto estava vermelho e todo molhado pelas lágrimas. - Tudo bem? O que faz aqui sozinho?
xX: E-eu queru minha mamãe - gaguejou soluçando e tinha a fala errada.
Eu: Oh... Onde ela está? - olhei envolta novamente.
xX: Num sei - soluçou. - Eu perdi.
Eu: Ai meu Deus - me agachei. - Venha aqui - o peguei no colo.
xX: Eu queru minha mamãe, eu queru! - ele berrava.

 Procurei ao redor, não achei ninguém que estivesse procurando uma criança perdida. Fui até o ponto de ônibus, as pessoas nos olhavam enquanto o menino continuava a chorar pedindo pela mãe. Dei um longo suspiro.

Eu: Calma, vou ajudar a procurar a sua mãe. Não precisa chorar - ele foi parando. - Mas temos que ir para a delegacia primeiro.
xX: Não! - voltou a chorar. Dei outro suspiro.
Eu: Calma, calma! - o ninei, tentando o fazer parar. Oh Deus, como que faz para uma criança em desespero para de chorar? Levou uns 5 minutos até ele cansar. - Pronto? Está mais calmo? - ele assentiu devagar e ainda dava alguns soluços. - Qual seu nome?
xX: Ca-carlo - soluçou.
Eu: Muito bem, Carlo. Sou o Louis. E tem quantos aninhos? - ele mostrou um "três" meio desajeitado com os dedos.
Carlo: Tô com fome.
Eu: Mesmo? - ele assentiu. - Hm... Tudo bem, vou te levar para comer primeiro. Promete não chorar? - seus olhos começaram a lagrimejar. - Okay, okay! Fica bem quietinho, e não se preocupe que nós iremos procurar sua mãe.

 Deitei sua cabeça em meu ombro. Depois de 15 minutos, chegamos em casa. Chamei pela minha mãe e ela me respondeu que estava em seu quarto. Subi as escadas, dei umas batidinhas, anunciando que estava entrando.

Jay: Oi, filho... - franziu a testa, olhando para o pequeno em meus braços.
Eu: Mãe, encontrei esse garotinho perdido na rua, iria o levar para a delegacia para ver se tem alguma coisa de desaparecido, mas ele disse que estava com fome.
Jay: Oh - veio até mim e afagou os cabelos do menino. - Leve-o lá para baixo. Pode pegar o que quiser.
Eu: Obrigado - disse e sai. Cheguei na cozinha, o tentei colocar numa cadeira, mas ele não queria sair do meu colo. - Calma - o sentei. Abri o armário, a geladeira e fiz um sanduíche. - Aqui, vou pegar algo para você beber - peguei um pouco de suco de morango que tinha, me sentei o observando comer. - Ainda está com fome? - perguntei quando já estava quase terminando. Ele negou, baguncei seus cabelos o fazendo rir. Minha mãe entrou na cozinha.
Jay: Está tudo bem?
Eu: Claro. Mãe, se não acharem a mãe dele de imediato ele pode ficar aqui?
Jay: Pode, mas... Se for para dormir, vai ser meio difícil. Seus primos chegam daqui a pouco de Doncaster, seu quarto já vai ficar com eles...
Eu: Hm... É verdade - disse pensativo. - Já sei o que fazer. Vamos, Carlo?
Carlo: Pocurar minha mamãe? - seus olhinhos brilhavam.
Eu: Sim, procurar sua mãe - sorri. O peguei no colo. - Tchau, mãe. Volto mais tarde.
Jay: Tudo bem. Tomara que encontre a mãe do menino, e tchau, Carlo.

 Peguei as chaves do meu carro na estante, fui até o carro em frente a casa. Putz! Lembrei que não tenho aquelas cadeirinhas para bebê.

Eu: Olha, vou te deixar no banco de trás sozinho. Você fica bem quietinho e eu vou tomar cuidado nas freadas para você não cair. Ok? - disse devagar, ele assentiu.

 O arrumei com o cinto no meio do banco traseiro. Entrei no do motorista, dei a partida. Em todo o caminho eu olhava pelo retrovisor para ver se ele estava bem, até chegarmos na Palace. Estacionei o carro na rua, o peguei no colo e entramos. Liam atendia uma mesa e Harry estava no caixa. Caminhei até ele.

Eu: Hey, Harry.
Harry: Oi, Boo. E... Oi...
Eu: Carlo - conclui.
Harry: Quem é?
Eu: O achei na rua, perdido. Queria ver a Seunome vai até comigo na delegacia.
Harry: Ãan... Ela saiu. Foi buscar o Niall no aeroporto - disse sem jeito.
Eu: Sério? - peguei meu celular no bolso. Será que ela não me avisou? Sim, avisou. Tinha uma mensagem dizendo que estava a caminho do aeroporto. Não tinha o sentido vibrar. - Havia esquecido que ele chegaria hoje - dei um longo suspiro, tirei o celular do silêncio caso ela me mandasse outro SMS ou ligasse, e o guardei de novo.
Harry: Daqui a pouco é o meu horário de almoço. Posso ir com você, se quiser - encolheu os ombros.
Eu: Eu aceito. Você sai quando?
Harry: Em 10 minutos.
Eu: Vou esperar aqui - ele assentiu. Sentei com Carlo em uma das mesas. Cumprimentei Liam e pedi um cupcake para o pequeno.

 Passados os minutos, fui para trás da loja, por onde sai os funcionários e logo vejo o cachos de olhos verdes saindo. O apresentei para o Carlo, entramos no carro. Enquanto dirigia, Harry ia com o garotinho no banco traseiro, eles conversavam. Até que o Styles tem jeito para crianças, pensei comigo mesmo.

~Seunome Pov~

 Niall me mandou uma mensagem dizendo que já estava no aeroporto. Sorri animada e mandei uma para o Lou, avisando que estava indo.

Eu: Quando você e o Liam saem para o almoço? - perguntei para Harry, que guardava o dinheiro que acabara de receber do cliente.
Harry: Hm... Daqui uns 20 minutos.
Eu: Ah. Estou indo buscar o Niall e acho que não volto a tarde.
Harry: Sim, senhora - fechou o caixa e me olhou. - Quero dizer. Senhorita.

 Ri balançando a cabeça, dei tchau para Liam e sai. Peguei táxi para o aeroporto de Heathrow. Cheguei lá e fiquei na ponta dos pés para olhar por cima das pessoas. Achei um garoto loirinho dos olhos azuis profundos, sentado com os braços apoiados nos joelhos e batia um pé, em sinal de espera.

Eu: Nialler! - o gritei por cima do ombro de um homem que passava de terno. Ele me procurou e sorriu assim que me viu. Fui até ele, lhe dando um abraço.
Niall: Oi, Seuapelido. Como vai, coelhinha? - ri e ele me deu um beijo na bochecha.
Eu: Muito bem. E você? Como foi de viagem? E a Irlanda?
Niall: Muitas perguntas - rimos. - Estou bem, a viagem foi tranquila e foi ótimo na Irlanda. Passar um tempo com a família sempre é bom.
Eu: Concordo! - olhei no meu celular. Louis não respondeu a mensagem, nem um "okay".
Niall: O que foi?
Eu: Nada... Só estava vendo se chegou alguma mensagem do Louis.
Niall: Eu ouvi bem? Louis? - me olhou com um sorriso.
Eu: Sim! Nós começamos a namorar no dia seguinte da sua viagem! - disse sorrindo.
Niall: Um mês e nem me contaram? E só esperaram eu viajar para namorarem? - colocou as mãos na cintura, "indignado". Eu ri.
Eu: Sim, e... Ei! Ele me contou que você já sabia que ele gostava de mim.
Niall: Poooois é - riu divertido.
Eu: Você está sendo cúmplice demais, Horan. Já que sabe também sobre a Sam.
Niall: Fazer o que se sou um bom amigo - se gabou, balancei a cabeça. - Você e Louis estão felizes?
Eu: Com certeza!
Niall: É o que importa - disse e sorrimos.

 Ele pegou uma de suas malas, eu peguei a outras e fomos atrás de um táxi. Em casa, Niall foi direto para seu quarto, tomou um banho e disse que iria descansar. Sentei no sofá e comecei a assistir um programa que passava na TV. A campainha toucou.

Eu: Lou - sorri ao abrir a porta.
Louis: Oi, amor - me deu um selinho demorado.
Eu: Tudo bem?
Louis: É... Sim, mas preciso de uma ajuda sua.
Eu: Okay, pode falar.
Louis: Encontrei esse menininho perdido na rua - ele se afastou e o mostrando. - O nome dele é Carlo.
Eu: Oi, Carlo. Tudo bem, pequeno? - me abaixei um pouco para olha-lo. Ele apertou a mão de Louis e se escondeu atrás de sua perna.
Louis: Ele é um pouco tímido. Nós podemos entrar?
Eu: Mas é claro - entramos e nos sentamos no sofá, e Louis com o menino no colo. - Não acharam a mãe dele?
Louis: Eu e Harry acabamos de sair da delegacia para ver se tem algo de uma criança desaparecida. E eles disseram que uma pessoa só pode se dar como desaparecida depois de 24 horas e blá, blá, blá e que iam chegar nas outras delegacias se não há nenhuma queixa de desaparecimento de uma criança.
Eu: Complicado - ele concordou. - Então, Carlo... Me chamo Seunome. Você está gostando de estar com o Louis? - assentiu, acanhado. - Olha, o Sr. Tomlinson levando jeito com as crianças.
Louis: Besta - me mostrou a língua. - Se não me ligarem até de noite ele pode dormir aqui? Meus primos estão vão ir lá para casa e não vai ter um lugar tão confortável para mais uma criança.
Eu: Claro que pode. Ele dorme comigo no meu quarto. Você vai querer dormir aqui? - perguntei para Carlo.
xX: Quem vai querer dormir aqui? - Adam saiu de seu quarto com o joystick na mão.
Eu: Ehh, pessoa. Só sai do quarto para xeretar?
Adam: Cala boca, miss sunshine. Senti fome e a cozinha é por aqui - revirei os olhos.
Eu: Que seja.
Adam: Essa criança?
Eu: Vai passar a noite com nós aqui, ele estava perdido e ainda não acharam a mãe.
Adam: Lamento. Mas cuidado, se gostar da ideia vai acabar trazendo para casa todas as crianças que estiverem abandonadas na rua - deu uma risada e Carlo começou a chorar.
Eu: Adam, seu idiota!
Adam: O que eu fiz? - ergueu as mãos para o alto.
Louis: Calma, Carlo. Sua mãe não te abandonou, ela vai vir te buscar quando aqueles homens da delegacia avisarem ela, tudo bem? - o tranquilizou e aos poucos ele foi parando.
Carlo: Mamãe vai vi mi busca? - soluçou.
Louis: Vai sim - lhe deu um beijo na bochecha e esfregou suas costas. Sorri, Louis estava tão fofo e carinhoso com o pequeno menino, que o abraçou e limpou o rosto. Deve ser o fato de ser o irmão mais velho e de ter cuidado das meninas.
Adam: Ei hein.
Eu: Fique quieto, Adam. É melhor ir para seu jogo que você ganha mais. Vai, bacalhau.
Adam: Menina chata - resmungou entrando na cozinha.
Eu: Não sei como ainda não dei um soco na cara desse garoto.
Louis: Você o ama - lhe mostrei a língua e ele riu. - Ah! Onde está o Niall?
Eu: Foi descansar da viagem e disse que está com saudades de todos.
Louis: Tenho que admitir que o jeito e a alegria irlandesa dele fazem falta - rimos.
Eu: E então, quais são os planos para agora?
Louis: Precisamos arrumar algumas roupas para o Carlo. Não sei há quanto tempo ele está perdido.
Eu: Ah, tá. Você gosta de super-heróis? - perguntei para o menininho.
Carlo: Superman e Flashi.
Eu: Hm... Você sabia que o Louis também gosta do Superman? Sei que por debaixo dessa pose de durão, ele ainda sonha em voar e soltar raio lasers pelos olhos.
Louis: Magoou - fez beicinho. - Eu ainda vou conseguir voar, tá?
Eu: Quer que eu te ajude? Vamos ali na sacada rapidinho.
Louis: ADAM, VOLTA AQUI! A SEUNOME QUER MUITO TE VER! - gritou.
Eu: Está doido, menino?
Louis: Prefiro que você faça ele voar, do que eu.
Eu: Você não presta - balancei a cabeça e ele riu. - Bom, perto daqui tem uma loja de roupas, vamos lá?

 Nos levantamos e eu fui buscar o cartão que meu pai me deu. Nós dois durante o caminho íamos brincando com Carlo para tentar o distrair. Na loja ele viu um garotinho com sua mãe e começou a chorar, mas felizmente conseguimos o acalmar.

[...]

Eu: Boa noite, amor - dei um beijo demorado em Louis.
Louis: Obrigado mesmo por ficar com o Carlo. Eu ficaria, mas...
Eu: Não precisa de explicação, eu entendo. Meus pêsames para os seus primos, e amanhã eu passo na sua casa.
Louis: Melhor impossível. Irei adorar.
Eu: É claro.
Louis: Convencida - riu e me puxou para mais alguns beijos. - Agora, tchau. Até amanhã - me deu mais um selinho e entrou no elevador. Fechei a porta e me virei para o menininho sentado no sofá.
Eu: Está tudo bem agora? Quer ir dormir? - ele assentiu.

 Carlo não queria que Louis fosse embora, só queria ficar em seu colo. O acalmamos com um cupcake de chocolate que tinha aqui.

 Peguei em sua pequena mão e fomos para o meu quarto. Eu o havia lhe dado banho, ele estava com uma calça de moletom branca com uma blusa do Superman, bem confortável dormir. O deitei na cama, comigo ao seu lado. Fechei os olhos, ouvi o barulho de choramingo. Olhei para o lado e ele estava de costas para mim.

Eu: Carlo - o virei e escorria algumas lágrimas pelo seu rosto. - Você vai voltar para sua mãe, okay? Tenho certeza que com esse carinho que você demonstra por ela, ela não irá e nem te abandonou. Irão acha-la mais rápido do que você pensa, tudo bem? - não sei se ele compreendeu muito, mas assentiu. - You know I'll be, your life, your voice, my reason to be. My love, my heart is breathing for this. Moment in time. I'll find the words to say. Be for you leave me today.

 Cantei, sorrindo. Realmente havia amado a música que Louis fez para mim. Puxei Carlo, 0 abraçando. Isso me lembrou das noites em que fazia o mesmo com Molly.

~Flask Back On~

 Já estava quase adormecendo, quando a fresta de uma luz ilumina parte da cama e do meu rosto. Levanto a cabeça, minha pequena irmãzinha de 6 anos me olhava da porta.

Eu: Molly? O que aconteceu?
Molly: Não consigo dormir. Papai e mamãe não estão aqui e não quero ficar sozinha.
Eu: Mas você não está sozinha. Venha cá - a chamei com um gesto. Ela correu até a minha cama, se deitou e eu a cobri com edredom. - Mamãe e Tyler saíram para curtir uma noite só deles, sabe? Jantar, namorarem... Eles precisam de um tempo só deles. E eu estou aqui com você, a casa não está totalmente escura, não precisa ficar com medo.
Molly: Mesmo assim estou - deu um meio sorriso. A abracei. - Seunome? - resmunguei um "hm?". - Por que você não chama o papai de "papai"? - me fitou, dei um longo suspiro.
Eu: Não sei se você vai entender. Bem... O Tyler é e ao mesmo tempo não é o meu pai. Ele é o meu pai porque me criou e cuidou de mim, e eu o agradeço e amo muito por isso. Para ficar mais fácil de explicar, eu tenho dois pais. Sabe o homem que me liga às vezes? - ela assentiu. - Ele é o meu segundo pai.
Molly: Eu também vou ter dois papais? - perguntou inocente.
Eu: Espero que não - ri. - Nossa mãe e Tyler estão indo muito bem, não quero que se separem e fiquem juntos atéééé quando estiverem bem velhinhos - ela sorriu para mim, lhe dei um beijo na testa e nos aconchegamos para dormir.

~Flask Back Off~

 Me sobressaltei com o toque e o vibra do celular no criado mudo. Me estiquei para pega-lo, era uma mensagem do Louis perguntando sobre Carlo e dando mais um "boa noite", como ele escreveu. Ri, o respondi e voltei a me aconchegar no edredom, dormindo logo em seguida.

CONTINUA...


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Oieee, my girls!
Peço muitas desculpas pela demora de postar, minha imaginação não estava indo muito bem nessas semanas, bloquei de criatividade é difícil. Mas espero que tenham gostado do capítulo. Carlo é muito fofo, ainda mais junto com o Lou e a Seunome *-* Mas ele já vai embora no próximo cap :/ E o Nialler voltou uhuuuu <3
Vi que estão gostando a Liz, fiquei feliz, ela realmente é ótima e muito fofa! E a Isa está com fic nova. Amo vocês <3
Até o próximo.
Bjão.

4 comentários:

  1. Continuaah *-*
    ~Letícia (leitora nova)

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    1. Heeey, bae! Não sei se você continua aqui pelo blog (ou se vai ler esse comentário), mas estou preparando um capítulo novo de Vidas Diferentes! o/

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  2. Não vai ter mais capítulos? :/

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    1. Jogue as mãos para cima e dê aleluia, liamda! Vai ter capítulo novo na área o/ *-*

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