Imagine com Louis Tomlinson - Chains

segunda-feira, agosto 17, 2015 | | |




Contém: Sadomasoquismo, Insinuação de Sexo, Linguagem Imprópria, Nudez e Romance. 

E eu não posso evitar, mas amo o jeito que fazemos amor...
 - Rocket, Beyoncé


 O vestido vermelho felizmente havia caído perfeitamente bem sobre meu corpo, meus ombros eram cobertos apenas por uma fina linha vermelha e meus lábios em um intenso vermelho rubi. Meus cabelos soltos eram constantemente levados pelo vento forte do inverno e em meu pescoço um grande colar de diamantes. Sentia todos os olhares em mim, conseguia distingui cada um de longe. Inveja e talvez desejo.

 Ergui a taça de cristal, levando-a até meus lábios entreabertos e bebericando o champanhe que havia dentro. O aperto em minha cintura aumentara, fazendo com que eu suspirasse segurando alguns gemidos de dor. Louis estava excitado e não havia motivos para que não estivesse, afinal, ele encarava-me enquanto vestia meu vestido sem antes vestir as determinadas roupas intimas. Odiava marcações em determinadas áreas como o bumbum e queria torturá-lo por toda a noite.

 Louis conversava com um de seus patrocinadores sobre sua última grande negociação com empresas russas. Só então pude perceber o desconforto de Louis e a esposa do tal patrocinador com o olhar descarado do homem em minha direção. Inclinei-me e sussurrei no ouvido de meu noivo que iria procurar um pouco de ar fresco no jardim da enorme mansão onde nos encontrávamos. Ele assentiu e pediu para que eu não demorasse, afinal tínhamos uma entrevista para dar.

 Caminhei em passos largos até o jardim, atrapalhando-me com o salto alto que usava. Segurei a bituca do cigarro entre meus dedos, acendendo-o e encarando a paisagem noturna. A lua estava cheia e pequenos flocos caíam do céu, acumulando-se no chão onde eu pisava. Véspera de natal e eu aqui, em uma festa sem graça com meu noivo egocêntrico e bipolar e excitado.

 Quando meu cigarro já estava na metade, joguei-o na grama e o mesmo rapidamente fora enterrado pela neve. Respirei fundo e virei-me, deparando-me com o patrocinador tarado que comia-me com os olhos. Engoli em seco e o homem de barba branca agarrou minha cintura, forçando-me à roçar contra seu corpo alto, enquanto mordia seus lábios rosados e rachados.

 — O que quer comigo? — perguntei com certa curiosidade, sentindo-o mexer seu quadril contra minha intimidade. Ele sorriu canalhamente e agarrou minhas nádegas.

 — Pergunta errada, senhorita Swan!

 Em um estalo, o corpo do homem jazia desmaiado na grama e ao seu lado Louis, com as mãos formadas em punhos e sujas por vestígios de sangue. Não. De novo não. Abaixei a cabeça e senti o peso de seu olhar intimidador em mim. Ouvi ao que seu calmo e longo suspiro soou por meus ouvidos e ao que sua mão áspera e agora suja de sangue, arrastava-me para fora daquela casa.

 — Foi ele quem me agarrou...

 — Quieta, Seunome. Conversaremos em casa! — Ele gritou alto o suficiente, atraindo a atenção de algumas pessoas que passavam pelo local. Eu sabia o que me esperava e temia por isso.

***

 — Será que terei de fazer com que você volte a usar minhas coleiras? E por que diabos estava fumando? Eu já lhe proibi disto, Seunome. Você nunca aprende, sabe que não gosto de lhe punir tão severamente. Você tem que aprender a me respeitar! — Tomlinson gritava enquanto andava de um lado para o outro em nosso apartamento, localizado na Park Avenue.

 — Me desculpe, eu...

 — Para o quarto! — disse autoritário.

 — Louis, me perdoe, eu não... — eu gesticulava com minhas mãos, tentando me desculpar.

 — AGORA! — gritou pausadamente. Assenti e marchei pelas escadas, tentando encontrar o quarto em meio a tanto nervosismo.

 Entrando no cômodo, desfiz-me de minhas roupas e joias lentamente. Respirei fundo e sentei-me na beirada na enorme cama de penas de cisne, apertando o tecido macio em meus dedos. Talvez ser submissa de Louis Tomlinson fosse uma loucura, sete meses vivendo essa vida de sadomasoquismo. Sabia bem que utilizar a luxúria como maneira de ganhar dinheiro não era uma coisa tão digna, Eu sabia desde o momento em que larguei minha vida em Connecticut, que teria de prestar contas por tudo isso no dia do julgamento final.

 Mas quem disse que eu queria ir para o céu? Se Louis Tomlinson fosse o próprio Satã, eu não me importaria de ir para o inferno.

 Pare, Seunome!

 Então, se passaram dez minutos.

 Vinte.

 Trinta.

 Uma hora se fora e nenhum sinal de vida do homem de globes azuis cinzentas. O relógio na parede marcavam 02:00h da manhã em ponto e eu sentia meu estômago latejar não sabendo se era de fome ou nervosismo. Optei pensar que era por falta de alimento, pois apenas havia bebido uma taça de champanhe.

 Minha barriga ronronava em protesto implorando por alguma coisa comestível e eu já deixava alguns gemidos sôfregos escapar de minha garganta. Estava horas sem comer e basicamente tinha 99,9% de chance de desmaiar. E assim, joguei meu corpo para trás, deitando-me na cama. A porta fora aberta, revelando um Louis Tomlinson com os botões de sua camisa social aberta e agora sem calças, vestindo apenas sua boxer preta.

 — Eu pensei que...

 — Shhh... — Louis sussurrou e abriu uma gaveta. Acenei com a cabeça e arregalei os olhos, quando percebi o que ele segurava em suas mãos. Pelo meu conhecimento, era algum tipo de chicote. Seria um açoite? Achava que sim. Tomlinson aproximou-se lentamente, enquanto dava algumas leves batidas com o objeto na palma de sua mão, sorrindo ladinamente. — Fique de bruços. — mandou ríspido.

 Pensei em sair correndo e gritando que tinha um cara sadomasoquista atrás de mim, mas, pelo contrário, eu fiz o que ele havia mandado e me arrumei na posição mandada. Logo, Tomlinson posicionou-se atrás de mim, passando as linhas de borracha em minhas nádegas, arrancando-me um gemido ao sentir o tecido me tocar.

 Louis se moveu dando um pouco de espaço entre seu corpo e o meu. — Conte comigo. — Estendeu o chicote, segurando firmemente na base do mesmo e distribuindo o primeiro golpe em meu traseiro. Dei um grito alto apertando os lençóis, ouvindo um estalo ecoar sobre o quarto e sentindo uma grande ardência minhas nádegas. — Conte comigo, Seunome! — ordenou.

 — Um... — gemi de dor e apertei os olhos. Logo acabaria.

 — Do...ois

 — Trêes...

 — Quatr...

 — Cinco...

 — Seis...

 Já no vigésimo nono estalo, os golpes e gemidos cessaram e eu senti meu corpo se deslizar quase que de modo automático. — Tão linda... — Louis sussurrou passando suas mãos sobre meu traseiro avermelhado, recebendo um muxoxo em protesto. O homem de cabelos castanhos inclinou sua cabeça para as partes com vergões em um quase tom roxo, devido os vários golpes que recebi. Tomlinson distribuiu beijos molhados e leves sobre a minha pele machucada e suspiros leves saíam de meus lábios. Quando achou o suficiente, Louis afastou-se lerdamente, sentando-se na cama e observando-me. — Está com fome? — perguntou calmamente afagando os meus fios de cabelo, assenti e abri os olhos. — Vista-se e desça, pedi comida japonesa! — disse animadamente e sorrindo largo deixando-me sozinha no quarto.

 Deixei um sorriso escapar de meus lábios, Louis definitivamente mudava de humor rapidamente, ou era isso ou ele tinha algum tipo de transtorno. Pus-me de pé com certa dificuldade, a dor em minhas nádegas ainda prevaleciam, junto à ardência. Puxei um robe de seda na cor branca e vesti-me, prendi meus cabelos com um elástico transparente e limpei todas as evidencias de lágrimas e maquiagem. Andei até o andar de baixo em passos curtos e hesitantes, notei Louis sentado no sofá com caixinhas de comida japonesa abertas em seu colo e um telefone celular em suas mãos. — Eu sei, mas, Seunome não se sentiu bem, então a trouxe para casa. Podemos deixar a entrevista para outro dia, sim? — Ele virou-se em minha direção e sorriu, gesticulando com sua mão livre para que eu me aproxima-se.

 Caminhei nas pontas dos pés e sentei-me um tanto longe de meu noivo. O homem falou mais algumas coisas ao telefone e o desligou. Eu observava Louis levar com cuidado seus hashis contendo sashimi até os lábios, lambendo os mesmos logo em seguida. Incrivelmente sexy. — Você quer? — indagou já entregando-me algumas caixinhas fechadas que antes jaziam sob a mesinha à nossa frente. A TV estava ligada, e nela o filme que reconheci ser Bonequinha de Luxo passava.

 — Se parece um tanto com Audrey Hepburn nesse filme. É tão linda quanto ela, ou até mais. — O mais velho pegou em mãos um sushi, levando-o até minha boca, fazendo com que eu mordesse um pedaço. Aproximou-se de mim e beijou meu pescoço, distribuindo arrepios por todo o meu corpo. — Sabe, estive pensando... — Tomlinson começou, acariciando minha cintura. Agora estávamos os dois frente a frente um para o outro, em posição de índio. — O que acha de nos mudarmos de vez para Carolina do Norte? Você sempre diz que é um lugar mais tranquilo que toda a New York e um bom lugar para ter filhos. — Deu de ombros.

 — Seria perfeito, querido. — A grande verdade é que seguiria Louis para onde for. Uma submissa apenas? Não, sou a futura esposa de Louis Tomlinson e se for para continuar levando chicotadas dele, levarei de cabeça erguia e coração cheio de amor. Afinal, quem quer uma história clichê sobre o amor perfeito?

 
Fim!

Hi! Tudo bem com vcs? Eu fez esse imagine pra Emy no meu blog e não pude deixar de compartilhar com vcs. É MINHA PRIMEIRA ESCRITA COM SADOMASOQUISMO! E segundo os comentários lá no Sonhos com 1D eu fui bem, espero que gostem! Beijinhos e até a próximas meus amorzinhos!
meu perfil no SS: https://socialspirit.com.br/perfil/fiawlessliz


2 comentários:

  1. topppppppppppppppppp ameeeeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiii---juuh

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  2. ME COME LOUIS MEU AMOR GOSTOSO DELICIA PAIXÃO AI MEU CORAÇÃO ❤❤❤
    SOU LOUCA POR ESSE Mr Delicia!!!;D

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